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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Exercícios HUMANISMO

1- O Humanismo pode também ser chamado ___________________.

2- Onde surgiu o movimento do humanismo?

3-Explique a mudança do teocentrismo e antropocentrismo.

4- Quais avanços tecnológicos aconteceram no humanismo?

5- Qual classe social despontou no final da Idade Média?

6-Explique o termo "Humanismo"

7- Quem mais se destacou no teatro do período Humanismo?

8- Qual principal cronista do Humanismo?

9- O que as crânicas  do período resgistravam?

10- Qual ano começou  e terminou o período?

11- Qual século pertenceu?

12- Cite:

a- contexto histórico

b- características

c-  principais autores

terça-feira, 4 de junho de 2013

3º ano - Semana de Arte Moderna 04/06/2013


Em oposição às formas clássicas, a arte moderna surgiu no final do século XIX em várias expressões artísticas como, por exemplo, pintura, escultura, literatura, arquitetura, fotografia e música. Embora não haja consenso sobre a datação deste período, muitos especialistas em arte, consideram que o movimento vai até a década de 1970.
Os impressionistas, primeiros pintores modernos, geralmente escolhiam cenas de exteriores como temas para suas obras: paisagens, pessoas humildes...
Em 1922 com A Semana de Arte Moderna também se insere em um importante contexto de mudanças políticas principalmente; Início do Movimento Tenentista e Criação do Partido Comunista Brasileiro

Principais movimentos e correntes artísticas da Arte Moderna:
- Impressionismo
- Pós-impressionismo
- Fauvismo,
- Cubismo
- Expressionismo
- Surrealismo
- Concrestismo
- Futurismo
- Pop Art
Características da Arte Moderna 
Objetivando romper com os padrões antigos, os artistas modernos buscam constantemente novas formas de expressão e, para isto, utilizam recursos como cores vivas, figuras deformadas, cubos e cenas sem lógica. O marco inicial do movimento modernista brasileiro foi a realização da Semana de Arte Moderna de 1922, onde diversos artistas plásticos e escritores apresentaram ao público uma nova forma de expressão. Este evento ocorreu no Teatro Municipal de São Paulo. 
Não foi fácil para estes artistas serem aceitos pela crítica que já estava acostumada com padrões estéticos bem definidos, mas, aos poucos, suas exposições foram aumentando e o público passou a aceitar e entender as obras modernistas. 
A Arte Moderna está exposta em muitos lugares, em São Paulo ela pode ser vista no Museu de Arte Moderna, nas Bienais e também em outras formas de exposições que buscam estimular esta forma de expressão. 
Artistas brasileiros
Destacam-se como artistas modernistas brasileiros: Di Cavalcanti, Vicente do Rêgo, Anita Malfatti, Lasar Segall, Tarsilla do Amaral e Ismael Nery.
Di Cavalcanti e Rubens Borba de Morais, a exposição de artes plásticas foi um dos principais destaques da Semana de Arte Moderna, devido Tarsila Do Amaral não estar presente na data do evento.
Paulo Prado é quem foi o principal mecenas da Semana de Arte Moderna, também participante do modernismo, assinando o prefácio de Pau-Brasil e colaborador de Macunaíma
Artistas estrangeiros
Destacam-se como artistas modernistas brasileiros: Pablo Picasso, Matisse, Mondrian e Kandinsky .
Anita Malfatti, em 1917 foi tema de debate no jornal O Estado de São Paulo, Monteiro Lobato publicou o famoso texto Paranóia ou mistificação, que serviu como incentivo para a criação da Semana de Arte Moderna.Ainda em 1922, surgiu a revista Klaxon, primeira publicação dos modernistas, com textos e ilustrações de artistas participantes da Semana Mário de Andrade era o principal responsável pela revista.Temos também Oswald de Andrade que foi responsável pela obra; Pau-Brasil, um desdobramento do Manifesto da Poesia Pau-Brasil, que defendia a criação de uma “poesia de exportação”
 Menotti Del Pichia é autor do poema Juca Mulato, de 1917, que faz parte do movimento verde- amarelismo
Abaporu e Antropofagia são as duas obras nas artes plásticas de Tarsila do Amaral e considerada por muitos a principal pintora modernista brasileira.

sábado, 1 de junho de 2013

Literatura em Língua Portuguesa produzida na África.





A primeira literatura africana foi produzida pelos portugueses no século XV, chamada de literatura do descobrimento, que se baseavam em relatos de viagem feitos por navegadores, escrivães e comerciantes. Logo após surgiu a literatura colonial, que retratava a vivencia dos portugueses nas terras africanas. Nestas literaturas, o centro do universo narrativo e poético era o homem europeu e não o africano. Era uma literatura profundamente racista, onde predominavam as ideias de inferioridade do homem negro. Implica falar ainda que, nestas literaturas, a África era vista apenas como uma linda paisagem, ou um paraíso, e o protagonista dessa paisagem era o homem europeu. Trata-se, pois, de uma literatura caracterizada fundamentalmente pela exploração do homem pelo homem.
Já a literatura africana de língua portuguesa irei analisar neste trabalho e um conjunto de obras literárias que traduzem uma certa africanidade, toma esta designação porque a África é o motivo da sua mensagem ao mundo, porque os processos técnicos da sua escrita se erguem contra o modismo europeu e europeizante. Essa literatura também é chamada de literatura Neo-africana por ser escrita em línguas européias, para diferenciá-la da literatura oral produzida em língua africana. Nesta literatura, o centro do universo deixa de ser o homem europeu e passa a ser o homem africano.
O que proporcionou o aparecimento dessa nova literatura com raízes africanas foi desenvolvimento do ensino oficial e formalizado na África, a liberdade de expressão, derivada da independência de alguns países que eram mantidos pelos europeus e a instalação da imprensa.
Esta literatura teve a sua origem através do confronto, da rebelião literária, linguística e ideológica, da tomada de consciência revolucionária a partir da década de 40 (século XIX), são textos impregnados de marcas visíveis da revolta política e social. Importa referir que era uma literatura dirigida particularmente aos africanos e escrita em línguas locais em mistura com o "português", pois o propósito era tornar a escrita inacessível aos europeus, isto é, não permitir ao homem branco descodificar as suas mensagens. Daí a introdução nas obras de poetas angolanos (Agostinho Neto, António Jacinto, Pinto de Andrade, Luandino Vieira, etc.) de palavras e frase idiomáticas em quimbundo e umbundo. A literatura africana de língua portuguesa não é semelhante à brasileira, pois, tem somente 40 anos de existência, por isso, não se sabe definir ao certo, qual estilo literário cada autor adota para construir suas obras.

Agostinho Neto em “A Náusea”



Antonio Agostinho Neto foi o primeiro presidente de Angola (1975-1979), após a independência desta de Portugal. Nasceu em Bengo em 17 de Setembro de 1922, na aldeia de Kaxicane, a cerca de 60 km de Luanda meio a uma família metodista - seu pai era pastor e professor de Bíblia da Igreja Metodista. Envolveu-se com grupos anticolonialistas quando estudava medicina em Portugal. Poeta nacionalista, seus escritos foram proibidos e esteve preso de 1955 a 1957 e outra vez, já em Angola, de 1960 a 1962. Conseguiu fugir para o Marrocos e posteriormente fundou o MPLA - Movimento Popular de Libertação de Angola, de tendência marxista. Conquistando a independência de Angola em 1975, contando com o apoio de Cuba, entrou em choque com grupos de direita, apoiados pelos EUA e pelo governo racista sul-africano.
O conto “A Náusea”, desse autor angolano, publicado em 1961, foi escolhido para analise por representar bem o universo mítico africano e por ter sido o modelo do momento de solidificação da literatura angolana, quer pelo fato de seu autor ter sido o mais importante precursor da independência de Angola especificar em seus escritos a ação principal da literatura como uma das táticas de confronto com o colonialismo, quer por se tratar de um conto bem preparado em que há uma busca de expressão de valores nacionais e a construção de uma personagem-protagonista cujos traços essenciais seriam retomados depois em diversos textos de outros autores africanos.
São dois os personagens do conto: o velho João e seu sobrinho que não apresenta nome, sendo o protagonista o velho João, trabalhador humilde e morador do musseque, a favela luandense, o qual vai visitar sua família na ilha de Luanda. O velho João relembra o passado, as lembranças tristes que o mar evoca. Impregnado do cheiro do mar e das lembranças, sente náusea e vomita. O sobrinho, jovem, por não ter vivido as experiências do tio em relação ao mar, reage diferente ao presenciar a cena, porque só consegue fazer a seguinte leitura: "... que mania que têm os velhos de beber demais."
Nota-se que a descrição do reencontro do protagonista com o espaço de sua infância, que ocupa a parte inicial da narração, o espaço marinho pouco aparece, mas e substancializado através das metonímias: “uma ou outra onda mais comprida”, “areia quente da praia”, e “sombra dos coqueiros”, como se o expressão MAR precisasse ser evitado. Ela só aparecera na narrativa quando seu João disser: “O mar. A morte. Esta água salgada é perdição.”, para acrescentar: “O mar. Mu’alunga!”. Depois disso, o velho João enumera as mortes de pescadores da família e de amigos que se afogaram como espécie de prova dos malefícios trazidos pelo mar. Porém, a queixa apresentada no conto deixa de pertencer somente ao velho João e passa a fazer parte do discurso de todos os angolanos que tiveram os mesmos entes queridos naquela situação, quando o narrador organiza e abrevia o conteúdo dos pensamentos do velho João, propiciando que as lamentações do protagonista sejam estendidas com as lentes do discurso dos marginalizados dos portos quando chegaram às caravelas portuguesas:Kalunga. Depois vieram os navios, saíram os navios. E o mar, é sempre Kalunga. A morte. O mar tinha levado o avô para outros continentes. O trabalho escravo é Kalunga. O inimigo é o mar.

O mar no conto é identificado com os navios e às desgraças da colonização, entre as quais o tráfico negreiro e, portanto, é caracterizado como Inimigo: “não conhece os homens. Não sabe que o povo sofre. Só sabe fazer sofrer.”
A correspondência do mar à desgraça é operacionalizada, na esfera das expectativas do protagonista do conto “A Náusea”, como destino contra a qual não ela pode lutar apenas enojar-se; mas, levando em conta que a náusea é também a demonstração da revolta do africano colonizado, é possível realizar uma leitura em que a consciência possível do velho João é ultrapassada, vislumbrando as possibilidades de uma mudança da situação.

O cenário do MAR na literatura africana de língua portuguesa


O mar já tem sido lugar de destaque em toda a literatura de língua portuguesa. Talvez, por se ser a via por onde navegaram as caravelas chegando aos mais distantes portos. O mar se tornou símbolo da expansão dos portugueses. Olhando por essa perspectiva, pode-se dizer que os mares foram o ponto privilegiado de onde a nação mirou-se ao voltar seu olhar ao Outro, engendrando, a partir da espessa camada de representações elaboradas sobre os povos dos portos, uma imagem de si própria. Dessa maneira, os olhares das naus enxergaram os portos aonde elas chegavam, mas porem não ouvia os gemidos que eram ali expostos.
Fazia-se então necessária outra viagem: aquela que propiciasse uma real descoberta de si próprios, tentando desvendar as imagens superpostas e tornar audíveis suas falas. Em outras palavras, tentar resgatar a memória e os sonhos. Nesse processo, foi fundamental o papel da literatura, pois o discurso articulado na série literária, ao abrir-se em possibilidades de projetar o futuro, foi o aliado escolhido na árdua luta que se travou para a independência.
Em Angola, mais precisamente na cidade de Luanda, porto a que as naus dos colonizadores portugueses chegaram no século XV e de onde partiriam apenas em 1975, o caminho percorrido rumo à independência foi longo e demorou um largo tempo para que suas próprias imagens e vozes se impusessem. Então depois da independência os até então donos do mar e da voz foram calados e em seu lugar, triunfante, a voz dos reais donos da terra, há tanto silenciada, ergueu-se, proferindo discursos de autonomia e construção de uma nova nação.
Toda literatura tem como inspiração uma referencia. Na literatura brasileira, tivemos como referencia o índio, o negro, a mulher adultera e etc. Já na literatura africana de língua portuguesa, devido ao pouco tempo de existência, e aos conflitos históricos sociais em que atravessaram a população africana, a referencia literária, passou o MAR, aquilo que mais lhe causa lembranças, tanto triste como felizes, pois durante séculos, o MAR foi utilizado como tortura e formas de dominação. Agustinho Neto soube aproveitar muito bem essa temática em seu conto “A Náusea”, pois explorou o tema de forma que soube passar o sentimento de tristeza e angustia, mesmo para aqueles que não vivenciaram a experiência da escravidão.

A Demanda do Santo Graal


A Demanda do Santo Graal (em francês La Queste del Saint Graal) é o nome de algumas obras literárias medievais sobre as lendas do rei Artur e os cavaleiros da Távola Redonda escritos originalmente em francês antigo no século XIII. Os livros da Demanda são seções de obras maiores, compostas de vários livros, chamados atualmente Ciclo do Lancelote-Graal (escrito entre 1210 e 1230) e o Ciclo da Post-Vulgata (escrito entre 1230-1240).
As lendas arturianas - parte da Matéria da Bretanha - tem sua origem nas Ilhas Britânicas, mas tornaram-se populares em toda a Europa devido a romances em verso escritos a partir do século XII na França e na Inglaterra. Já no século XIII surgem também versões em prosa das lendas. Duas prosificações importantes ocorreram entre 1220 e 1240 na França, denominadas atualmente Lancelote-Graal e Post-Vulgata, logo traduzidas e adaptadas para outras línguas europeias.
A Demanda da Post-Vulgata caracteriza-se por incorporar elementos de outro livro da época, o Tristão em Prosa, incluindo assim personagens como Tristão e Palamedes, ausentes da Demanda da Vulgata. Atualmente o texto da Demanda da Post-Vulgata está preservada parcialmente em francês antigo e em castelhano, mas uma versão completa existe em português.
Em língua portuguesa medieval se preserva um manuscrito da Demanda do século XV, resultado de uma adaptação do texto francês da Post-Vulgata. A obra é uma das mais importantes da prosa novelística da literatura medieval portuguesa. O texto original em francês da Demanda não foi preservado intacto, e o manuscrito português tem importância excepcional por ser o mais completo entre todas as versões da Post-Vulgata existentes.
Atualmente o manuscrito sobrevive numa cópia do século XV preservada na Biblioteca Nacional de Viena, catalogado com o número 2594. Indícios históricos e linguísticos no texto indicam que a tradução original foi feita ainda no século XIII, durante o reinado de Afonso III. A versão portuguesa foi utilizada como fonte para a versão em castelhano da Demanda, atualmente preservada numa edição já renascentista, do século XVI.



sexta-feira, 31 de maio de 2013

Projeto: Recursos tecnológicos 2º ano

Introdução: As causas da Segunda Guerra Mundial

Um conflito desta magnitude não começa sem importantes causas ou motivos. Podemos dizer que vários fatores influenciaram o início deste conflito que se iniciou na Europa e, rapidamente, espalhou-se pela África e Ásia.
Um dos mais importantes motivos foi o surgimento, na década de 1930, na Europa, de governos totalitários com fortes objetivos militaristas e expansionistas. Na Alemanha surgiu o nazismo, liderado por Hitler e que pretendia expandir o território Alemão, desrespeitando o Tratado de Versalhes,  inclusive reconquistando territórios perdidos na Primeira Guerra. Na Itália estava crescendo o Partido Fascista, liderado por Benito Mussolini, que se tornou o Duce da Itália, com poderes sem limites.
Tanto a Itália quanto a Alemanha passavam por uma grave crise econômica no início da década de 1930, com milhões de cidadãos sem emprego. Uma das soluções tomadas pelos governos fascistas destes países foi a industrialização, principalmente na criação de indústrias de armamentos e equipamentos bélicos (aviões de guerra, navios, tanques etc).
Na Ásia, o Japão também possuía fortes desejos de expandir seus domínios para territórios vizinhos e ilhas da região. Estes três países, com objetivos expansionistas, uniram-se e formaram o Eixo. Um acordo com fortes características militares e com planos de conquistas elaborados em comum acordo.
O Início
O marco inicial ocorreu no ano de 1939, quando o exército alemão invadiu a Polônia. De imediato, a França e a Inglaterra declararam guerra à Alemanha. De acordo com a política de alianças militares existentes na época, formaram-se dois grupos : Aliados (liderados por Inglaterra, URSS, França e Estados Unidos) e Eixo (Alemanha, Itália e Japão ).
Desenvolvimento e Fatos Históricos Importantes:
- O período de 1939 a 1941 foi marcado por vitórias do Eixo, lideradas pelas forças armadas da Alemanha, que conquistou o Norte da França, Iugoslávia, Polônia, Ucrânia, Noruega e territórios no norte da África. O Japão anexou a Manchúria, enquanto a Itália conquistava a Albânia e territórios da Líbia.
- Em 1941 o Japão ataca a base militar norte-americana de Pearl Harbor no Oceano Pacífico (Havaí). Após este fato, considerado uma traição pelos norte-americanos, os estados Unidos entraram no conflito ao lado das forças aliadas.
- De 1941 a 1945 ocorreram as derrotas do Eixo, iniciadas com as perdas sofridas pelos alemães no rigoroso inverno russo. Neste período, ocorre uma regressão das forças do Eixo que sofrem derrotas seguidas. Com a entrada dos EUA, os aliados ganharam força nas frentes de batalhas.
- O Brasil participa diretamente, enviando para a Itália (região de Monte Cassino) os pracinhas da FEB, Força Expedicionária Brasileira. Os cerca de 25 mil soldados brasileiros conquistam a região, somando uma importante vitória ao lado dos Aliados.
Final e Consequências
Este importante e triste conflito terminou somente no ano de 1945 com a rendição da Alemanha e Itália. O Japão, último país a assinar o tratado de rendição, ainda sofreu um forte ataque dos Estados Unidos, que despejou bombas atômicas sobre as cidades de Hiroshima e Nagazaki. Uma ação desnecessária que provocou a morte de milhares de cidadãos japoneses inocentes, deixando um rastro de destruição nestas cidades.
 Bomba Atômica explode na cidade japonesa de Hiroshima
Os prejuízos foram enormes, principalmente para os países derrotados. Foram milhões de mortos e feridos, cidades destruídas, indústrias e zonas rurais arrasadas e dívidas incalculáveis. O racismo esteve presente e deixou uma ferida grave, principalmente na Alemanha, onde os nazistas mandaram para campos de concentração e mataram aproximadamente seis milhões de judeus.
Com o final do conflito, em 1945, foi criada a ONU ( Organização das Nações Unidas ), cujo objetivo principal seria a manutenção da paz entre as nações. Inicia-se também um período conhecido como Guerra Fria, colocando agora, em lados opostos, Estados Unidos e União Soviética. Uma disputa geopolítica entre o capitalismo norte-americano e o socialismo soviético, onde ambos países buscavam ampliar suas áreas de influência sem entrar em conflitos armados.
Você sabia?
- O dia 8 de maio é o Dia Mundial em memória dos que morreram durante a Segunda Guerra Mundial.



 Nazifascismo.


O Líder dos Nazifascismo.
   Adolf Hitler 
O ditador alemão, nasceu em 1889 na Áustria. Filho de Alois Hitler e Klara Poezl, alistou-se voluntariamente no exército bávaro no começo da Primeira Guerra Mundial. Tornou-se cabo e ganhou duas vezes a Cruz de Ferro por bravura.
Depois da desmobilização do exército, Hitler associou-se a um pequeno grupo nacionalista, o Partido dos Trabalhadores Alemães, que mais tarde se tornou o Partido Nacional-Socialista Alemão (nazista).
Em 1921, tornou-se líder dos nazistas e, dois anos mais tarde, organizou uma malograda insurreição, o "putsch" de Munique. Durante os meses que passou na prisão com Rudolph Hess, Hitler ditou o "Mein Kampf" (Minha Luta), um manifesto político no qual detalhou a necessidade alemã de se rearmar, empenhar-se na auto-suficiência econômica, suprimir o sindicalismo e o comunismo, e exterminar a minoria judaica.
O ditador firmou o pacto de não-agressão nazi-soviético com Stalin, a fim de invadir a Polônia, mas quebrou-o ao atacar a Rússia em 1941. A invasão à Polônia precipitou a Segunda Guerra Mundial.
Hitler seguia táticas "intuitivas", indo contra conselhos de especialistas militares, e no princípio obteve vitórias maciças. Em 1941, assumiu o controle direto das forças armadas. Como o curso da guerra mostrou-se desfavorável à Alemanha, decidiu intensificar o assassinato em massa, que culminou com o holocausto judeu.
Conhecido como um dos piores massacres da história da humanidade, o holocausto -termo utilizado para descrever a tentativa de extermínio dos judeus na Europa nazista- teve seu fim anunciado no dia 27 de janeiro de 1945, quando as tropas soviéticas, aliadas ao Reino Unido, Estados Unidos e França na Segunda Guerra Mundial, invadiram o campo de concentração e extermínio de Auschwitz-Birkenau, em Oswiecim (sul da Polônia). No local, o mais conhecido campo de concentração mantido pela Alemanha nazista, entre 1,1 e 1,5 milhão de pessoas (em sua maioria judeus) morreram nas câmaras de gás, de fome ou por doenças.

Holocausto

Nossa relação com o passado se dá de diferentes formas e a partir da interpretação das experiências vividas, o homem passa a ditar determinadas ações de sua vida cotidiana. Geralmente, as experiências ruins são respondidas com ações e idéias que evitam a repetição de um mesmo infortúnio. Um claro caso desse tipo de relação do passado pode ser notado quando fazemos menção ao Holocausto.
O Holocausto foi uma prática de perseguição política, étnica, religiosa e sexual estabelecida durante os anos de governo nazista de Adolf Hitler. Segundo a ideologia nazista, a Alemanha deveria superar todos os entraves que impediam a formação de uma nação composta por seres superiores. Segundo essa mesma idéia, o povo legitimamente alemão era descendente dos arianos, um antigo povo que – segundo os etnólogos europeus do século XIX – tinham pele branca e deram origem à civilização européia.
Dessa forma, para que a supremacia racial ariana fosse conquistada pelo povo alemão, o governo de Hitler passou a pregar o ódio contra aqueles que impediam a pureza racial dentro do território alemão. Segundo o discurso nazista, os maiores culpados por impedirem esse processo de eugenia étnica eram os ciganos e – principalmente – os judeus. Com isso, Hitler passou a perseguir e forçar o isolamento em guetos do povo judeu da Alemanha.
Dado o início da Segunda Guerra, o governo nazista criou campos de concentração onde os judeus e ciganos eram forçados a viver e trabalhar. Nos campos, os concentrados eram obrigados a trabalhar nas indústrias vitais para a sustentação da Alemanha na Segunda Guerra Mundial. Além disso, os ocupantes dos campos viviam em condições insalubres, tinham péssima alimentação, sofriam torturas e eram utilizados como cobaias em experimentos científicos.
É importante lembrar que outros grupos sociais também foram perseguidos pelo regime nazista, por isso, foram levados aos campos de concentração. Os homossexuais, opositores políticos de Hitler, doentes mentais, pacifistas, eslavos e grupos religiosos, tais como as Testemunhas de Jeová, também sofreram com os horrores do Holocausto. Dessa forma, podemos evidenciar que o holocausto estendeu suas forças sobre todos aqueles grupos étnicos, sociais e religiosos que eram considerados uma ameaça ao governo de Adolf Hitler.
Com o fim dos conflitos da 2ª Guerra e a derrota alemã, muitos oficiais do exército alemão decidiram assassinar os concentrados. Tal medida seria tomada com o intuito de acobertar todas as atrocidades praticadas nos vários campos de concentração espalhados pela Europa. Porém, as tropas francesas, britânicas e norte-americanas conseguiram expor a carnificina promovida pelos nazistas alemães.
Depois de renderem os exércitos alemães, seus principais líderes foram julgados por um tribunal internacional criado na cidade alemã de Nuremberg. Com o fim do julgamento, muitos deles foram condenados à morte sob a alegação de praticarem crimes de guerra. Hoje em dia, muitas obras, museus e instituições são mantidos com o objetivo de lutarem contra a propagação do nazismo ou ódio racial.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Continuação exercícios 2ºano

10-Assinale V ( verdadeiro) ou F (falso). Justifique as alternativas falsas.

a- (    ) O indígena é uma figura idealizada e é considerado heróico.
b- (    ) Os escritores que mais representam o romantismo são: Machado de Assis e Martims Pena.
c- (    ) As obras: " O Gaucho, O tronco do upê, Til, O Sertanejo e Ubirajara são de autoria de Bernardo Guimarães.
d- (   ) Principal personagem da obra " Senhora"  de José de Alencar é Aurélia Camargo.
e- (   ) Iracema é uma obra histórica


11-"José Martiniano de Alencar destaca-se na divisão de suas obras". Podendo destacar-se:

a- sociais e urbanos
b- regionalistas
c- históricos
d- indianistas

(   ) O Guarani e As minas de prata
(   ) Cinco minutos e Lucíola
(   ) Iracema e Ubirajara
(   ) O gaúcho e O tronco do ypê


12 - Ligue a 1ª coluna com a 2ª de acordo com as características de cada obra.

a- Iracema                                              um romance contra o celibato regilioso


b- O Seminarista                                    o amor contra a escravidão


c-A Escrava Isaura                                a virgem dos lábios de mel


d- Inocência                                          amor e tregédia no sertão

quinta-feira, 16 de maio de 2013

1° ano Trovadorismo

Questões:
01. Assinale a afirmação falsa:

a) A cultura portuguesa, no século XII, conciliava três matrizes contraditórias: a católica, a islâmica e a
hebraica.

b) A cultura católica, técnica e literariamente superior às culturas islâmica e hebraica, impôs-se naturalmente desde os primórdios da formação de Portugal.

c) A expulsão dos mouros e judeus e a Inquisição foram os aspectos mais dramáticos da destruição
sistemática que a cultura triunfante impôs às culturas opostas.

d) O judeu Maimônides e o islamista Averróis são expressões do que as culturas dominadas produziram de mais significativo na Península Ibérica.

e) Pode-se dizer que a cultura portuguesa esteve desde seu início assentada na diversidade e na
contradição, do que resultaram alguns de seus traços positivos (miscibilidade, aclimatabilidade etc.) e
negativos (tendência ao ceticismo quanto a idéias, desconfiança etc.


02. Assinale a afirmação falsa sobre as cantigas de escárnio e mal dizer:

a) A principal diferença entre as duas modalidades satíricas está na identificação ou não da pessoa atingida.

b) O elemento das cantigas de escárnio não é temático, nem está na condição de se omitir a identidade do ofendido. A distinção está no retórico do “equívoco”, da ambigüidade e da ironia, ausentes na cantiga de maldizer.

c) Os alvos prediletos das cantigas satíricas eram os comportamentos sexuais (homossexualidade, adultério, padres e freiras libidinosos), as mulheres (soldadeiras, prostitutas, alcoviteiras e dissimuladas), os próprios poetas (trovadores e jograis eram freqüentemente ridicularizados), a avareza, a corrupção e a própria arte de trovar.

d) As cantigas satíricas perfazem cerca de uma quarta parte da poesia contida nos cancioneiros galego- portugueses. Isso revela que a liberdade da linguagem e a ausência de preconceito ou censura (institucional, estética ou pessoal) eram componentes da vida literária no período trovadoresco, antes de a repressão inquisitorial atirá-las à clandestinidade.

e) Algumas composições satíricas do Cancioneiro Geral e algumas cenas dos autos gilvicentinos revelam a sobrevivência, já bastante atenuada, da linguagem livre e da violência verbal dos antigos trovadores.


03. A língua portuguesa não é falada:

a) no arquipélago dos Açores e na Ilha da Madeira;
b) em Gibraltar e nas Ilhas Canárias;
c) no arquipélago de Cabo Verde, nas ilhas de São Tomé e Porto Príncipe, na Guiné-Bissau em Angola e em Moçambique;
d) em Macau e em dialetos crioulos de Goa, Damão, Sri Lanka (ex-Ceilao), Java e Málaca;
e) no Timor Leste, parte oriental da ilha de Timor, próxima da Oceania, mas que os mapas geopolíticos
atuais incorporam ao Sudeste Asiático.


Questões 04 e 05 - Assinale V (verdadeiro) e F para (falso)

04. (     ) A Provença, região sul da França, chamada Langue d´Oc ou Languedo, foi o berço das primeiras manifestações de uma lírica sentimental, cortês, refinada, que fazia da mulher o santuário de sua inspiração poética e musical.


05. (     ) Enquanto no sul da Europa, nas proximidades do Mediterrâneo, alastrava-se o lirismo trovadoresco, voltado para a exaltação do amor, para a vassalagem amorosa, no norte predominava o espírito guerreiro, épico, que celebrava nas canções de gesta o heroísmo da cavalaria medieval.


Questões 06 a 10 - Assinale V (verdadeiro) ou F (falso)

06. (     ) No inicio do século XIII, a intransigência religiosa arrasou a Provença e dispersou seus trovadores, mas a lírica provençalesca já havia fecundado a poesia ocidental com a  beleza melódica e a delicadeza emocional de sua poesia-música, impondo uma nova concepção do amor e da mulher.


07. (     ) A canção associava o amor-elevação, puro, nobre, inatingível, ao amor dos sentidos, carnal, erótico; a alegria da razão (o amor intelectual) à alegria dos sentidos.


08. (     ) A poesia lírica dos provençais teve seguidores na França, na Itália, na Alemanha, na Catalunha, em Portugal e em outras regiões , onde também os temas folclóricos foram beneficiados com a forma mais culta e elaborada que os trovadores disseminaram.


09. (     ) Foi o que ocorreu em Portugal e Galiza: a poesia primitiva, oral, autóctone, associada à musica e à coreografia e protagonizada por uma mulher, as chamadas cantigas de amigo, passaram a se beneficiar do contato com uma arte mais rigorosa e mais consciente de seus meios de realização artística.


10. (     ) O primeiro trovador provençal foi Guilherme IX, da Aquitânia (1071-1127). Bernart de Ventadorn e Jaufre Rudel representam a poesia mais simples, facilmente inteligível; Marcabru, Raimbaut d´Aurenga e especialmente Arnault Daniel representam a poesia mais elaborada, com imagens e associações inesperadas, capazes de encantar os mais rigorosos exegetas, de Dante Alighieri a Ezra Pound.